segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Putin segue montando o esquema
do assalto à Europa

Posto de controle na fronteira estoniana com a Rússia.
Posto de controle na fronteira estoniana com a Rússia.



Estônia planeja cerca na fronteira com a Rússia


A rádio oficial alemã Deutsche Welle, informou que a pequena Estônia planeja uma barreira de arame farpado de 2,5 metros de altura e mais de 100 quilômetros de extensão para resguardar sua fronteira com a Rússia.

O objetivo é impedir o trânsito ilegal e proteger União Europeia e o país báltico, ex-integrante da União Soviética.

De acordo com as autoridades, também serão instaladas boias para delimitar a divisa em lagos e rios.



Separatista pró-russo segura arma. Precedente da Ucrânia alertou países vizinhos.
Separatista pró-russo segura arma.
Precedente da Ucrânia alertou países vizinhos.
A construção da cerca deve começar somente em 2018, afirmou o porta-voz do Ministério do Interior estoniano, Toomas Viks.

“O objetivo da construção é cobrir 100%, com vigilância técnica permanente, a fronteira terrestre e criar condições ideais para os guardas de fronteira garantir a segurança da Estônia”, disse Viks.

O anúncio ocorre em meio à elevada tensão na região. A Estônia, juntamente com a Letônia e a Lituânia, fez parte da União Soviética por quase cinco décadas.

Em 2004, os países entraram para a União Europeia e a OTAN, numa tentativa de reforçar a segurança em um momento que o Kremlin vem sendo reocupado por espectros evocadores dos assassinos do passado.

O monumento soviético ao invasor russo era odiado pelos poloneses
O monumento soviético ao invasor russo
era odiado pelos poloneses

Rússia convoca embaixadora polonesa após remoção de estátua


A Rússia também agiu com arrogância face à Polônia, porque ela decidiu soberanamente retirar uma estátua da era soviética da cidade de Pieniezno no dia do 76º aniversário da invasão soviética aliada a Hitler na II Guerra Mundial, escreveu O Globo.

Em represália a Rússia convocou a embaixadora da Polônia a dar explicações. Kataryna Pelczynska-Nalecz, embaixadora polonesa em Moscou, compareceu ao Ministério das Relações Exteriores da Rússia e defendeu a decisão de retirar a estátua do general soviético Ivan Chernyakhovsky.

Chernyakhovsky comandou uma imensa ofensiva em direção a oeste na Segunda Guerra Mundial. Pelczynska-Nalecz disse aos jornalistas, após comparecer ao ministério, que o lado russo protestou contra a remoção da estátua.

Ela respondeu: “eu ouvi, apresentei a posição polonesa sobre a questão, de que todo o processo está 100% de acordo com a legislação polonesa”.

Putin convida Erdogan e Rohani para inauguração da maior mesquita da Europa


Por sua vez, Vladimir Putin convidou os presidentes do Irã, Hassan Rohani, e da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, além do líder palestino, Mahmoud Abbas, para a inauguração da maior mesquita da Europa, que acaba de ser erigida em Moscou, noticiou a agência espanhola EFE.

Segundo o Kremlin o convite foi um gesto pessoal de Vladimir Putin, combinado com o Conselho de Muftís da Rússia.

Inauguração em Moscou da maior mesquita da Europa. Para Putin, muçulmanos podem ser instrumento útil para abalar Europa
Inauguração em Moscou da maior mesquita da Europa.
Para Putin, muçulmanos podem ser instrumento útil para abalar Europa
Putin presidiu o ato de abertura da mesquita com lugar para mais de 10 mil adeptos, que ocupa mais de 18 mil metros quadrados e tem a altura de um edifício de seis andares.

Moscou é a segunda cidade da Europa com mais muçulmanos, com um milhão e meio, entre residentes e imigrantes do Cáucaso e Ásia Central. Só é superada por Paris.

Segundo o Conselho dos Muftís, na Rússia vivem cerca de 23 milhões de seguidores do Corão, em sua maioria em Moscou, no Cáucaso Norte e nas repúblicas de Tartária e Bashkiria.

Devido a seus altos índices de natalidade, o número de maometanos não para de crescer desde a queda da União Soviética em 1991.

Mas Putin não parece preocupado com eles. Pelo contrário, lhes concede tratamento de grandes aliados. Por isso, deu um grande estímulo aos setores e países muçulmanos mais radicais que estão abalando a segurança da Europa e do Ocidente.

Putin apenas reprime os que se insurgem contra seu poder onímodo, mas nos outros vê instrumentos para abalar a Europa que quer conquistar.

Tudo se passa como se esse tipo de muçulmanos fossem seus aliados ocultos. Eles poderão ser a cartada decisiva para minar Europa por dentro, antes de tentar o assalto final.


Putin inaugura em Moscou a maior mesquita da Europa para seus amigos islâmicos




Polônia desmantela ofensivo monumento ao invasor soviético do país. Putin se encoleriza mas tem que engolir:




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3 comentários:

  1. Rodrigo Pereira Herrmann3 de novembro de 2015 18:21

    Parabéns pelo brilhante e corajoso trabalho, Luis.

    Um grande abraço.

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  2. (Putin usa a guerra contra os terroristas ISIS, apenas como cortina de fumaça!) Esta aí o verdadeiro lobo em pele de ovelha!

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    1. Ele faz isso só para agradar o Al- Assad, levando em conta q os dois são aliados e q o ISIS faz oposição ao regime do último!

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